É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano.
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5:01 PM · 2 de jul de 2026
“O Pix é uma conquista do Brasil e não vamos abrir mão dele”, declarou. Em abril, um documento da Casa Branca apontou o Pix como uma prática que prejudica empresas de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.
Lançado em 2020, o sistema de pagamento é disputado pela ala governista e pela oposição. No entanto, discussões do Brics sobre alternativas ao dólar americano e o avanço do Pix Internacional, em países como Argentina e Portugal, se tornaram motivo de preocupação para os EUA.
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Lula também reforçou a defesa do Mercosul, bloco sul-americano formado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. “Defender o fim do Mercosul, o bloco econômico mais importante da América Latina e que acaba de firmar um acordo histórico com a União Europeia, é outro ataque ao interesse do povo brasileiro”, afirmou.
Relembre
Na terça-feira (30), o pré-candidato à presidência também se encontrou com o presidente argentino Javier Milei, que não compareceu à última cúpula do bloco.
Recentemente, o Mercosul e a União Européia firmaram um acordo que estabelece uma das maiores zonas de livre comércio do mundo. O tratado entrou em vigor em maio e é o maior já firmado pelo bloco sul-americano.
Solicitação No texto, Flávio afirma que a manutenção da sobretaxa pode produzir efeitos políticos no Brasil e beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual cenário eleitoral. “As tarifas propostas entregariam ao atual governo brasileiro precisamente a vitória política que ele vem arquitetando, ao mesmo tempo em que prejudicariam a economia americana e os próprios brasileiros, que buscam uma relação mutuamente benéfica com os Estados Unidos”, escreveu. O senador também se apresenta no documento como pré-candidato à Presidência da República e informa que se reuniu recentemente com o presidente americano, Donald Trump, e com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, para tratar da política tarifária entre os dois países.
Em outro trecho, Flávio sustenta que a adoção das tarifas fortaleceria a estratégia do governo brasileiro diante do impasse comercial.